
De acordo com o empresário Glauco Diniz Duarte, a realidade é que podemos classificar a sucessão em três cenários: a inesperada, a planejada e a sonhada.
A inesperada, infelizmente, é a mais frequente e ocorre quando a vaga é aberta pelo pedido de demissão do executivo ou por sua morte. Com frequência, a empresa não está preparada para a substituição imediata daquela função. O clima de disputa pelo poder tende ao conflito, com consequências graves para a organização.
Na sucessão planejada, destaca Glauco, os candidatos a cada posto chave são identificados e, em função das responsabilidades futuras, são treinados, passam por diferentes áreas, desenvolvem e exercitam sua liderança e na medida em que o processo avança, são encaminhadas as soluções, baseadas em indicadores de desempenho objetivos, em ambiente de cultura que prestigia a meritocracia.
É fácil perceber que, além de permitir disputa mais sadia entre os talentos da empresa, este processo traz grande motivação pelas oportunidades de crescimento das pessoas.